Dani Black

Marcas

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Os meus sinais, tais contradições no meu coração
As catedrais restos dos vitrais de um sonho
Os rituais, chaves pros portais por onde entrarão
as ilusões minhas condições
os dons são marcas, não
não abro mão de ver todas as marcas

Das memórias doídas
Quão ardidas que estão
Não serão bem resolvidas
Se não pela minhas mãos

Todos os ais como os canibais a me devorar
E tudo mais traços, gestos, digitais
As decisões rumos que segui e deixei pra trás
Vão como naus vivas nas recordações
Não são em vão com elas vão
Vão juntos meus cristais

Das batalhas perdidas
Entalhadas no sangue
Não serão adormecidas
Se não pelos meus punhais

As minhas marcas, meus valores,
As minhas armas de colorir
São como preces presas ao corpo
Provando do gosto do que já vivi

As minhas marcas meus valores,
As minhas armas de colorir
São como preces presas ao corpo
Provando do gosto do que já vivi

A missão concedida
Consagrada no ser
Não será bem sucedida
Se não pelos próprios pés


Autor(es): Dani Black / Pedro Altério