Monólogo

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Você é tão confuso...
Não você em si,
Isso pra mim já está bem claro.

É o jeito que você faz eu me sentir..
Se eu pudesse parar o tempo quando olho pra você,
Pra ver se você é tudo mesmo o que eu vejo,
Ou se és só uma ilusão..

Ah, como eu queria poder!

Como eu queria poder te chamar de meu,
Provar-te que o quanto eu te quero bem é sincero,
Aprender a te amar cada dia mais,
Saber se eu gosto ou amo você...
Ou se é os dois!

Tenho tantas dúvidas quanto a você...
Como você é, como pensa, como eu gosto de ti..
Se todo o tempo que eu sonho acordada vale a pena!

Mas eu não consigo,,
Não consigo evitar tudo isso!
Porque por mais que tu nunca me olhes,
Por mais que tu nunca me ames ou me dê bola,
Não vale a pena me afogar num copinho de coca cola...

Porque eu vou continuar te amando do mesmo jeito!
Com os mesmos ataques de ciúmes de todas aquelas vacas!
Sentindo a mesma emoção quando te vejo,
Ou quando tenho a oportunidade de te falar..

Agora são 07:08,
O tempo que passei supostamente contigo
Não parece valer um centavo...

Mas é só uma fase, como tantas outras que tive, tenho e terei..
Amo-te e te odeio!
Sei que tu não sente a mesma coisa..
Mas o amor é tão ingrato não é?
Logo tu, panaca, meu coração escolher pra se viciar..

Tu se tornaste minha droga, meu vício..
Não paro de falar de ti..
Nunca contigo, mas sempre de ti...
Minhas amigas tão de saco cheio,
Mas eu não..porque falar de ti como se fosses importante esconde o vazio que sinto por dentro...

Queria te pedir uma chance,
Mas não faria todo o prometido..
Queria me declarar a ti,
Mas que grande diferença irá fazer tu saber ou não!
Queria tanta, mas tanta coisa..
É egoísmo dizer que tu és a maior delas, mas tu és..
E eu nem sei se tu imaginas alguma coisa além de minha turma e meu nome!

Afinal, nosso caso de amor não é amor...
É quase um monólogo do meu próprio coração..
Como as pétalas sofrem mas nunca caem da flor,
Corações burros, mas o meu parece o único, que espera algum amor de um mangolão...


Autor(es): Laurette Quadrinhos