Rubinho do Vale

Morena, Flor de Açucena

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Na hora que o vento bate no cabelo da morena
Faz dela uma ave solta voando soltando pena
A moça fica bonita feito flor de açucena
Meu coração viajante pede o vento uma carona
E manda logo notícia de quem vê e apaixona
Meu peito logo balança feito um passarim que dança
No chorar de uma sanfona
Alimento a esperança feito corredor que avança
Pra vencer a maratona
De noite ela mistura com o verde escuro da mata
Ainda fica mais bonita com a luz do luar de prata
Meu coração cantador não pode ter seu amor
Não mata, mas me maltrata
O vento é portador a levar a voz do cantor
Pro peito dessa mulata
Olhando lá da janela a flor parece uma flora
Uma pintura na tela que lembra Nossa Senhora
Dei um cheiro na donzela, dei um beijo na mão dela
Um abraço e vim m'embora
Morena cravo e canela, pra mim é a flor mais bela
Da natureza, da flora
Na hora que o vento bate no cabelo da morena
Meu peito sofre de dor por esse amor que de longe acena


Autor(es): Rubinho Do Vale

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