Mulher de Gado

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Vou selar o meu cavalo, hoje vou pra vaquejada
Sou uma mulher de gado e topo qualquer parada
Sou rainha dos vaqueiros, corro até de madrugada
E no meio da vaqueirama eu sou muito respeitada
Eu sou muito respeitada, eu sou muito respeitada
No meio da vaqueirama eu sou muito respeitada

E quando boi sai na pista, não quero ser batisteira
Quero o rabo do touro pra ver levantar poeira
E quando chego na faixa, quebro logo de primeira
E o povo na arquibancada gritando “ ô mulher vaqueira “
Êta que mulher vaqueira, êta que mulher vaqueira
E o povo na arquibancada “ êta que mulher vaqueira “

Fico emocionada e agradeço a minha sorte
Quem me conhece percebe logo que eu sou do norte
Derrubo touro valente, boi de raça e boi de corte
E o povo todo gritando, dizendo “ que mulher forte “
Dizendo “que mulher forte“ dizendo “que mulher forte”
E o povo todo gritando, dizendo “que mulher de
Forte”

Minha vida é correr boi, por esse brasil a fora
Derrubo dentro da faixa, bem no momento e na hora
E o povo na arquibancada, falando “ nossa senhora “
E o locutor recitando “ essa mulher apavora “
“ Essa mulher apavora “,“ essa mulher apavora “
E o locutor recitando “ essa mulher apavora “

Sou uma mulher de gado mas sei bem me comportar
Não menosprezo o vaqueiro que também sabe puxar
Na pista somos rivais, depois vamos comemorar
Pois se não fosse o vaqueiro, como poderia amar
Como poderia amar, como poderia amar
Pois se não fosse o vaqueiro, como poderia amar


Autor(es): Francis Lopes

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