Cabaret

O amor de ninguém

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O amor de ninguém
Dirige o leme do meu coração
Um barco refém
Das correntezas e da solidão

E nada pode me curar
E nada pode me curar
Da maldição que eu tenho
Do meu talento pra ser
O amor de ninguém

Te quero tão bem
E até podia te chamar de amor
Mas tudo que vem
São as promessas de um impostor

E nada pode me curar
E nada pode me curar
Da maldição que eu tenho
Do meu talento pra ser

Jogar a sorte em cada olhar
Sem ancorar nem porto onde parar
Vagar e sempre duvidar
De cada beijo sem ter desejo de me livrar
Do amor de ninguém

E nada pode me curar
E nada pode me curar
Da maldição que eu tenho
Do meu talento pra ser
O amor de ninguém


Autor(es): Cabaret / Marvio Dos Anjos