Aldir Blanc

O Bonde

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Morre no meio da praça
Sem sonho e sem graça
Sem ter mais pra onde ou porque
Já que esse bonde não passa
Ninguém mais o espera
Quem dera eu pudesse entender
Vira brinquedo sem dono
Que o próprio abandono
Correndo no tempo desfaz
Fora de linha e de moda
Não passa
Não roda
Não leva mais
Quem não quiser chorar
Finja que vai partir
Tome um lugar no bonde
Não peça que ande
Nem diga por onde seguir
Lembre que só depois
Quando chegar ao fim
Mesmo sem brilho e sem glória
Haverá sua história contada assim
Passei seu passo tranquilo e cansado
De quem já sabe de cor seu destino
Para
Suspira e prossegue
Vai percorrendo
Rota de sua rotina de sempre chegando e partindo
Por um caminho traçado no chão
Cantando
Contente
Tin dim dim tin dim dim
Chega ao ponto final
Recompanheiro e confessa que o bonde sem pressa chegava depressa demais
Quem não achava o dinheiro saltava ligeiro
Corria e pegava o de trás
Guardo no meu pensamento transformo em cantiga
Momentos que foram tão meus
E hoje quem passa nem liga
Nem pensa em dizer adeus
E hoje quem passa nem liga
Nem pensa em dizer
Adeus.


Autor(es): Aldir Blanc / Maurício Tapajós

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