Elipê

O céu

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Por mais que eu espere que
as pessoas beijem os seus próprios céus

Nunca irei desistir de acreditar que todos possam enxergar
que a pureza ainda vive depois

Não quero me animar
porque encontrei uma luz que me usurpou
Quero levantar
Não posso imaginar que o mundo mudou
Desde que a poesia acabou

Eu quero o meu céu
Sem núvens de fel
O que importa é viver
É amar, é crescer
E nada vai me fazer sucumbir

Eu quero o meu céu
Sem núvens de fel
Nada mais fará ser
O que não há porquê
E a beleza ainda vai persistir

O que de mais belo existe
Um sorriso sonhador
De um coração tão puro
E o pulso acelerado
Por ter a subversão
De ousar amar os olhos sem razão

Eu quero o meu céu
Sem núvens de fel
A loucura de ter
Sempre que esconder
A verdade que levo até explodir

Eu quero o meu céu
Sem núvens de fel
Nada mais fará ser
O que não há porquê
E a beleza ainda vai persistir

Eu quero o meu céu
Eu quero o meu céu...

Eu sei a ferida que causa essa dor que cega e amedronta
É fruto de outra insegurança bem maior
O âmago é corrompido pela vaidade
dos tão sãos
e tão vãos...


Autor(es): Mateus Lopes