O Ocaso do Acaso

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Se Deus não joga dados com o Universo
Não há verso que escape da canção
Não há nada que se mova, sem, decerto,
Dar um passo que não comova a imensidão

Não há barco sem vela
Nem vela sem vento
Nem vento sem sopro
Nem sopro sem ar

Não há folha que caia
Nem pedra que role
Nem ave que voe
Sem benção do pai

Reencarnar é preciso
É preciso voltar
É preciso aprender
Uma nova lição

Reencarnar é preciso
É a linha na agulha
Uma nova fagulha
Lei de evolução

Tudo aqui faz sentido
O mocinho e o bandido
O parente e o amigo
O berço e o lar

Não será o teu verso
Que se perderá
Nas rimas do acaso
No ocaso do olhar

Não será o teu verso
Que se perderá
Nas rimas do acaso
No ocaso do olhar


Autor(es): Carlos Lima

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