Pealo de Amor

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Eu cheguei numa fazenda fui direto ao patrão
A procura de serviço pra fugir de uma paixão
Ele logo perguntou qual a minha formação
Eu respondi sou formado na lida bruta de peão.
O patrão foi me falando aqui o sistema é duro
Tem que lidar com boiada e quebrar queixo de burro
Mostre-lhe os calos das mãos e as queimadura de laço
Isso aqui são os resquícios dos trabalhos que eu faço.

Levei um pealo de amorna campereada da vida
To buscando esquecimento pra esta paixão proibida.

Fiquei de peão da estância me arranchei com a peonada
Lidando de sol a sol na mangueira e na invernada
Eu recusei do patrão o cargo de capataz
Eu tento esquecer na lida o amor que deixei pra trás.
Pra não lembrar da mulher que já pertence a outro
Eu me avanço no serviço e trabalho feito um louco
Pra não cometer loucura por causa d aquele prenda
To trabalhando de peão deixei minha própria fazenda.

Por vezes de madrugada me acordo lá no galpão
Perco o sono e me levanto com ela no coração
Fico olhando as estrelas e a lua clareando o campo
Chego a rezar pra esquecer a mulher que amo tanto.
O destino caprichoso preparou-me essa armadilha
O amor não me dá direito pra destruir uma família
Me ausentei da fazenda e deixei de ser patrão;
Buscando esquecimento to trabalhando de peão.


Autor(es): Bruno Neher / Luiz Claudio

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