Serenata da Saudade

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Violão quantas noites enluaradas
Despertava minha amada, hoje não desperta mais
Violão companheiro de firmeza
Que desfaz minha tristeza sem roubar a minha paz

Violão hoje eu volto a esta rua
E olhando para a lua canto a mesma canção
Que em outra serenata
Eu cantei pra aquela ingrata que feriu meu coração

De madrugada quando a fria brisa passa
Cabisbaixo ergo a taça canto meu triste dissabor
Que sorte amarga neste mundo abandonado
A saudade do passado vai me matando de dor


Autor(es): Milano / Osvaldo Galhardi

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