Ponto Nulo no Céu

Sob o Mesmo Sol (Part. Keops e Raony)

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O vento que vem das correntes
Que te opõem amassa o peito
E sufoca tuas aspirações

Rosto marcado pelo tempo
Mãos surradas de tanto trampo
O medo de perder tudo aquilo que nunca foi teu

Nossas vidas amargando sob o mesmo sol
E ninguém mais vê
Nossas vidas se desencontrando sob o mesmo céu
E ninguém mais se vê

Sob o mesmo céu nos desencontramos
Enquanto o norte se distancia no horizonte

Olhos nos olhos pra reconhecer
Somos iguais quando a necessidade vem
E se a cidade teima em torpecer
Transforma o predador em refém

Máscaras caem, revela Abel e Caim
O que eles querem de mim? O lado bom ou ruim?
Se o bem ou o mal, tanto faz, o povo quer Barrabás
A violência é bem mais fascinante que a paz

Nossas vidas amargando sob o mesmo sol
E ninguém mais vê
Nossas vidas se desencontrando sob o mesmo céu
E ninguém mais se vê

Ninguém mais se olha no olho, ninguém mais se vê

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