Tribo de Noronha

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Zoeira, zoeira, zoou
No meio do Atlântico
Em meio a zoeira do som
A força de um cântico
Ao sabor do mar ecoou

Na cacimba do padre
Entubando na onda Do mar
Eu vinha vindo e vi a vida virar
No tubo do Tempo
Na fração de um momento
Um segundo secular

No lado do morro dos dois irmãos
Eu vinha vindo e vi a vida de perna pro ar
No meio do turbilhão

Refrão:
Eee-ie-ie-ia
Eu vinha vindo e vi a vida virar
Entubando na onda do mar
Eee-ie-ie-ia
No tubo na cacimba
Eu vi a vida de perna pro ar

Eee-ie-ie-io com toda força de um cântico
A zueira do som ecoou
Eee-ie-ie-io no meio do atlântico
Reggae surf foi o que rolou

Na encosta do Boldró
Arrochado feito um nó
Alta noite o som troou
Toda tribo de Noronha
Cantando contra a Babilônia
Totalmente se ligou

Reunida no Mirante
Lua linda alucinante
Derramando-se no mar
Reggae roots de primeira
Rolando quase a noite inteira
Fazendo toda ilha balançar
(repete 1)

Toda Tribo de Noronha
Cantando contra a babilônia
Fazendo toda ilha balançar.
(refrão)


Depois de milhões de anos
Bem no meio do oceano
O arquipélago se formou
Distante da linha costeira
Uma tribo original brasileira
Ali se instalou
Destacando no relevo
O pico em forma de um dedo
De longe se faz avistar
Pedra límpida talhada
Esculpida, lapidada
Esmeralda encravada no verde vívido do mar

Vou-me embora pra Noronha
Como um navegador que sonha
Em ver a vida clarear
Como um navegador que sonha
Um dia em desanuviar

No alto da praia do Sancho
Eu vou fazer um rancho
Do alto da escarpa
Vou ver as ondas
Altas, fartas largas, longas
Açoitando sem parar
(refrão)

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