Vai pro Inferno

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Você me traz um beneficio
Que quer ser tolo e maldito
Você me faz um juramento
Pra tentar ser meu alimento.

O que acontece é que eu não tenho mais joelhos
pra ficar me degradando e me jogando ao seus pés
Não sou brinquedo, eu concedo meu enredo
E se eu retroceder, não vou seguir contra a maré
O que acontece é que eu não quero ser escrava
De uma mágoa que me cala quando eu estou aqui
Não sou tijolo, logradouro nem tesouro,
muito menos nascedouro para você morar em mim.

Vai...
Vai pro inferno
Com teus amores subalternos.

Você me traz um desapego
Pra tentar ser o meu conselho
Você me faz a diferença
Em nome da cruz, eu quebro a crença.

O que acontece é que eu não tenho paciência
pra aguardar uma sentença que pois já sei qual é o fim.
Não sou parede, nem tapete, nem encosto,
sou apenas o oposto que voce quer perseguir
O que acontece é que eu não tenho mais juizo
e ainda utilizo meus ouvidos pra te reger
Não sou tablado, não sou palco, nem cortiço,
o palhaço desse circo encantado é você.

Vai...
Vai pro inferno
Com teus amores subalternos.

O que acontece é que eu não tenho paciência
pra aguardar uma sentença que pois já sei qual é o fim.
Não sou parede, nem tapete, nem encosto,
sou apenas o oposto que voce quer perseguir
O que acontece é que eu não tenho mais juizo
e ainda utilizo meus ouvidos pra te reger
Não sou tablado, não sou palco, nem cortiço,
o palhaço desse circo encantado é você.

Vai...
Vai pro inferno
Com teus amores subalternos.

Vai...
Vai pro inferno
Com teus amores subalternos.


Autor(es): Andrea Amorim

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