O Meu Calendário

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Tu és o meu calendário
És as minhas estações
É Inverno se entristeces
É Domingo se apareces
E se te zangas é claro
Chega o tempo das monções

O Tempo que não é tempo
O Tempo que nunca foi
O Tempo que enamorado
Se agiganta, está parado
Num tempo que nunca há?
O Tempo que em ti se inventa
Que se desdobra na manta
Onde ele próprio se assenta
E que connosco se encanta.
Num Tempo que assim será?

Tu és o meu calendário
És as minhas estações
É Inverno se entristeces
É Domingo se apareces
E se te zangas é claro
Chega o Tempo das monções

És o dia que amanhece
Num lençol de rosa chá
És a tarde que demora
Que se estende noite fora
Regendo tudo o que está?
O teu corpo marca as horas
Férias, pontes, tanto faz,
No relógio dos teus braços,
Entre pressas e demoras,
O tempo anda para trás...

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