Manduka

A Desejada

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Deixa eu beber dessa água, senhora rainha daqui
Que o coração tá com sede e não pode parar
Porque parando imagine, senhora rainha, é o fim
Quem vai rodar meu moinho, quem vai farelar?

A eternidade do trigo se transforma em pão
Pra alimentar a vontade da gente viver
A eternidade da vida que é vida não sei nada não
Só quem andou do outro lado pode dizer

Venho dançar meus pecados na brasa do chão
Venho pular a fogueira de toda ilusão
A desejada que um dia ficou prometida
Agora quer se valer

Agora mesmo, senhora rainha, que sou eu
De qualquer forma, atrevida senhora, sou eu
A desejada que um dia ficou prometida
Tá viva, como é que não?