Ao Amor Morto de um Poeta

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É tão amargo ter
A noção exata do tempo que perdemos
(na distância e na mudez)
Desperdiçamos nossas vidas
No tempo progressivo dessa solidão

E sem presente, nem futuro,
Meu sentimento insiste
Em ainda querer mais do mesmo
E nisso a mendicância persegue a saudade
Invadindo a lembrança
Querendo sobras do que não restou

A esperança ilumina, distrai...
Se mistura com a fé
Se fundindo na mentira e me engana
E fico esperando inutilmente na realidade uma ilusão

Depois disso é inevitável não perceber
Que nos perdemos um do outro
De nos mesmos
Enfim de tudo
E o choro não passa de um estado anterior pra meditação.


Autor(es): Franklin Emmanuel Da Silva Mano

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