À Sombra do Poeta

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Eterno é uma fração de segundo
O bar e seus noturnos
O mar profundo
A sobra dos vagabundos

Eterno é a caverna-mestra
O outro que invento
A regência da orquestra
Quando eu olho para dentro

A cada momento, a cada instante
O tempo tem o seu movimento
O avesso é indiferente
Faço da minha arte o meu intento
Desse papo o meu argumento

O futuro cansou de ser moderno
O sentimento do mundo
A morte do leiteiro, no ar o motorneiro
Juntos com o poeta são eternos o dia inteiro

O poeta cansou de ser moderno
Virou eterno
Eternos! Eternos!


Autor(es): Jorge Ferreira / Zebeto Corrêa

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