A Segunda Asa

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Quero sentir sua mão
Quero ser o colo que te embala
Quero sentir sua boca ser teu par
conduzir, respirar, tua fala

Ah! Como eu invejo
até as simples gotas de água
quem vem molhar, vem brincar
escorregar em você

Te banhar,
desvendar a paisagem mais bela
o brilho infinito
conhecer bem de perto os segredos
do teu corpo bonito

Quero ver a sua alegria em cena
lancei-me pelo ar
mas um só par de asas a sonhar
não vale a pena

Quero ver a sua alegria plena
tentei te desenhar
mas a minha imprudência com lápis
é de dar pena

Mas o canto que acalanta o canto
que descansamos o quanto for preciso pra sonhar
é o que alimenta a chama
que te chama que deseja e que clama o amor pra ser eterno
ou que perdure mil invernos

Quero ver a sua alegria plena
lancei-me pelo ar
mas um só par de asas a sonhar
não vale a pena

Quero ver a sua alegria em cena
tentei te desenhar
mas a minha imprudência com lápis
é de dar pena

Mas o canto que acalanta o canto
que descansamos o quanto for preciso pra sonhar
é o que alimenta a chama
que te chama que deseja e que clama o amor pra ser eterno
ou que perdure mil invernos


Autor(es): Paulinho Dias

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