A Travessia do Extremo Ermo

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Cortejo fitando o breu
Festejo de uma liberdade
É passo no capim
E não há nada aqui
Que não saiba o que é respirar
Do leste pro oeste em mim
Tudo aponta numa só farta direção
E é tanta intuição
Pra toda água se juntar

E os amigos vêm descendo o leito
Tudo que lhes enche o peito o rio deve dar
Quão belo o seu cursar
Animá! Pro dia findar em mais sorte

E o bando feito bicho-folha
Camufla no cenário, num arbusto retorcido
É jura desses homens
Pelo mínimo impacto nas transições
E nas constelações
Ou na flor que pode incendiar o mundo interior
A flauta ecoou
No salto do bicame pelas vastidões
E os amigos vem descendo o leito
Tudo que lhes enche o peito
O rio deve dar
Quão belo o seu cursar
Animá! Pro dia findar em mais sorte

E os amigos vêm descendo o leito
Bons e velhos companheiros
Se descobre é no caminhar
E de fato encontrar: Amizade
É tão raro quanto um trevo da sorte


Autor(es): Bernardo Do Espinhaço

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