Marcelo Nova

Bomba Relógio Ambulante

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Eu tenho varrido todas as folhas da minha porta
E tenho regado a rosa que há dias está morta
Eu chamo o seu nome eu não sinto fome só sito o tempo passar
Eu chamo o seu nome eu não sinto fome só sito o tempo passar


Tomo banho frio quando tremendo começo a suar
O telefone dispara e eu não consigo sair do lugar
Remédio a cada seis horas vejo o seu rosto lá fora, sinto o
tempo passar
Remédio a cada seis horas vejo o seu rosto lá fora, sinto o
tempo passar


É hora de ir embora parece chegou a hora
Acho que vou explodir
Já não sei distingue se você está perto ou distante
Só sinto o tempo passar sou uma bomba relógio ambulante


Todo dia o mundo se repete através do jornal
E eu repito o que me ensinaram lá no hospital
Eu conto até dez não sinto os meus pés só sinto o tempo passar
Eu conto até dez não sinto os meus pés só sinto o tempo passar


Tenho tentado moldar toda esperança que você derreteu
Tenho evitado estranhos, pois ninguém é mais estranho que eu
Eu tenho um alma que a sua fé não acalma, só sinto o tempo
passar
Eu tenho um alma que a sua fé não acalma, só sinto o tempo
passar