Canção da Chegada

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Eu sou a nata do lixo
A flor que dela brotou
Teu pudor
Teu pesar
Eu venho a ti
Para te desconcertar
Zombando sua raça humana
Que nem eu,
Eu singular.
Como um Deus
E basta usar o que melhor sei
Eu me seduzo pelo que eu não errei
Sou rei

Da moléstia em suas partes
Eu me perco em mim mesmo
Eu me perco em você
E logo digo sim
Para que enfim
Você possa ser rainha
Minha musa e bailarina
Eu lhe encanto sou seu rei
E no fundo eu nada sei
Só sei que a mente é confusão
Apenas fruto da imaginação
A mente é uma imaginação
Compulsiva, pulsante e abusiva.
Sem saída

Sobre as semelhanças de pai e mãe,
Parentes nostálgicos
Somo os traumas
Que reluzem
Desde as faíscas na escuridão do cego
Desde o bater do martelo
Eu não errei
Somos catapultas relutantes
Esta tua personalidade
Que não sabe o que quer
Mas aprende o que ouviu
Coisas que não conhecemos
Mas sabemos de seu fim
E é tão bom triunfar
Mas isso é,
Ato benigno?
Ou bem estar?
Eu mudo minha meditação
Dia a dia
Ser eu mesmo é melhor
Porque assim eu sou o único a ser o pior.
Porque assim eu sou digno de ter o que for
Eu não estou aqui para medirmos nossa dor
Porque assim eu o primeiro e ultimo
A refletir meu sabor


Autor(es): Fernando Macário

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