Canto de Paz

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Auras de paz solvejando a grande pampa
A tarde morna descampando no aprisco
Os passarinhos se aninhando nas ramagens
Uma bela nuvem namorando ocaso arisco
Quando o sol vem despedir-se no horizonte
Preteando o verde ondulário lá da serra
Com os matizes deslumbrantes do poente
Nesse momento esquecemos que existem guerras

(Refrão)
Canto de paz sugere a rola se aninhando
E a natureza é um belo ninho de querer
Se os governantes sancionassem bem querênças
Nos parlamentos das ganâncias do poder
Nos parlamentos das ganâncias do poder

Emponchado de lembranças fascinantes
Chega a saudade repontando o entardecer
Cochilo a noite em suaves ressonâncias
Buscando a vida em cada novo amanhecer
Arrinconado no aconchego de mim mesmo
Eu adormeço sobre o capre das lembranças
Embalo o sono de homens livres da miséria
Alicerçados na pureza das crianças

(Repete o Refrão)

Nos parlamentos das ganâncias do poder.


Autor(es): Salvador Lamberty / Wilson Paim

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