Deixa o Barco Correr

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Tanta gente se arria
Quando perde o norteio
Quando é finda a folia
Sem vencer-se o torneio
Quando há bolhas na palma
E os abrolhos não cessam
Quando há calos na alma
Quando os olhos se vexam

Nessa hora a agonia
É mais forte que a fome
E essa fome sacia
A ilusão que a consome
Se o momento é de raça
A fraqueza é peralta
Faz maldade com graça
E se a tristeza não falta

Deixa o barco correr
Deixa o pranto rolar
A esperança é um instante
E o que a gente sobrar
Será forte o bastante
Pra vencer a agonia
E os futuros torneios

Tanta coisa a fazer
Vamos lá, dá um sorriso
Dá tua mão, vamos juntos
Nada mais é preciso
Só a vontade de amarmos
Porque a tristeza em sua graça
Dói bem fundo, mas passa


Autor(es): Plinio Oliveira

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