Deixa pra Mim

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Égua veiaca, uma bragada
que me deram,
mandava basto num
corcóveo distorcido.
E meu ponchito
perfumado de morena
linda açucena deste
rincão florecido!
Numa estanzuela
de fronteira num domingo,
me vinha vindo dum
bailezito entroncado...
Do corredor já enxerguei
o movimento,
cento por cento e um
palanque bem clavado!
Pedi licença e apeei
no parapeito, porque!
O respeito faz a vida
mais comprida...

E num "saludo" despachado
a moda antiga,
a gente amiga, macanuda
e devertida!
Deixa pra mim
que a vida enfim
me deu bolada...
E eu venho zonzo
de cordeona e de guitarra!
Deixa pra mim
que a vida é "assim"
nas "gauchada"...
E eu sou mais eu
depois que aperto as garras!
O estancieiro, um castiano buenachão,
um calavera na lida da gineteada...
Achava lindo entreter o vizindário
com encenario de matrera y reservada!


Autor(es): MAURO MORAES / Rogério Ávila

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