Do brado ao blue

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Silvos, ruídos encobrem vozes
De sons prazeres a se ouvir
E a tela negra esconde a cores
Silêncio pro som poder surgir

Ares do poeta
Que carrega em sua voz

E nas mãos do tempo calam-se os brados
De sons prazeres a se ouvir
Como se o eco fosse o último
A voz audaz a repetir

Ares do poeta
Que carrega em sua voz


Autor(es): Cleiton Profeta / Fábio Cabelo

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