Diligência e Não Indolência

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Nós somos indolentes ouvindo,
quando nós não aprendemos
as verdades do evangelho
com diligência,
e não nos esforçamos
para colocá-las em prática.

As oposições e dificuldades
que teremos que enfrentar,
em nossa fidelidade
à Palavra de Deus
levar-nos-ão, a sermos tentados
a nos tornarmos lânguidos,
desanimados
e até mesmo a pensar
em abandonar nossa carreira,
pelo pensamento enganoso
de que assim fazendo
deixaremos de sofrer
as aflições que são decorrentes
de um bom testemunho.

Satanás se levanta
e o mundo se levanta,
e a própria carne do crente
se levanta contra ele,
quando intenta servir a Deus
com toda diligência.

Daí se dizer o seguinte:
“E na verdade todos os que querem
viver piamente em Cristo Jesus
padecerão perseguições”
II Tim 3.12

O apóstolo coloca a longanimidade
ao lado da fé.
Porque nas batalhas espirituais
que o crente terá que lutar
contra os poderes das trevas,
contra o mundo e contra a carne,
ele necessitará da longanimidade
que é fruto do Espírito.
E é somente por se viver deste modo,
a saber, com fé e longanimidade,
que se herdam
as promessas de Deus.

A graça incita a alma à diligência,
à espiritualidade e ao vigor de espírito.
E a carne, em todas as coisas
é contrária a isto.

Como a fé remove montanhas
e nos ajuda a vencer
as maiores oposições,
por outro lado
a incredulidade fará
montanhas intransponíveis.

A alma indolente sempre verá
um leão nas ruas
e não ousará sair de casa
para fazer
o que lhe é ordenado por Deus
Pv 26.13.

Se nos encontramos indolentes,
isto é um sinal
de decadência na fé,
porque a fé vence toda indolência.

Onde a indolência prevalecer
nenhuma santidade e obediência
serão vistas, e será muito difícil
que venham a prevalecer.

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