Do Fundo da Alma

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A lágrima que por engano entristece o canto
Que em outros tantos faz de um quebranto
Parelha e canga sem machucar

No fundo ri da minha cara, incendeia a alma
Fazendo farra, arrumando a sala
Quando a saudade vem conversar

Um dia quem sabe me sirva um mate longe de casa
Talvez posadas, ao entardecer
Onde houver um rio, um sapucay, uma cordeona
Um guitarreiro, hay por inteiro, um chamamé

A lágrima trouxe consigo amigos
Me encharcou o rosto e tirou retrato
Me chamou de louco entre um tango, um rango, uns livros
O troço é o destino ir tocando o gado
Que eu virei o barco mas voltei a nado!


Autor(es): MAURO MORAES

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