Dúvida

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Apagou-se a luz do quarto
E a dúvida então, pernoitou no pesadelo de nós dois
E a madrugada um tormento inevitável
E no meu sono um cheiro de angústia, solidão
Correu nas minhas veias ferindo o coração
Em pleno sol a chuva fina persistia
Em plena luz a escuridão se refletia
E nas pessoas qualquer tom de alegria me doía
Que triste ironia, que agonia

Fim de tarde na cidade
E a dúvida então persistiu pelas calçadas, nos meus passos
E a lentidão do pensamento despontava
Um medo estranho, louco, com mil contradições
Correu nas minhas veias ferindo as conclusões
Em pleno mar o meu deserto 'inda vingava
Em pleno olhar minha cegueira retornava
Mas nem lembrança dos momentos mais bonitos me iludia
Esse era o dia da folia

Passos... são meus passos na entrada do portão
Eu quero a solidão neste momento de tensão
Amor... te amo, amor!
Mas não existe cura prá esse mal que te tortura
Teu beijo está tão frio
A verdade afoga um rio

Apagou-se a luz do quarto
E a dúvida então se dispersou pelas paredes, pelo espaço
De que adianta essa verdade intrometida
Se nos meus sonhos um cheiro de perda, solidão
Correu nas minhas veias matando o coração
Em pleno sol a chuva fria resistia
Em plena luz a escuridão se refletia
E nas pessoas qualquer tom de alegria me doía
Que triste ironia, que agonia

Passos... são meus passos ...

Apagou-se a luz do quarto...


Autor(es): LUIZ DE CASTRO

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