Edição Limitada

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Ei mano, põe-te chique para o evento, elas querem um gajo bonito
E tu para dares um stick até tens talento
Cartão Visa gordo e ar de parolo com cara de bom moço e um carro topo de gama
Esse é o esquema perfeito ara atingires a fama
Meteres meia dúzia de chavalas na cama e gravares um pornograma
Dealema senhoras e senhores...os mais reais, fodem esquemas a multinacionais
Problemas financeiros não detêm os artilheiros disparamos compactos em locais exactos como morteiros
Estes gajos são ocos, nós loucos, vocês poucos...para nos pararem a nós todos moço
Desiste desta profissão antes que a tua carreira seja posta em leilão em plena praça
Daqui não levam nada moço...volta para casa, antes que a tua agência venha a ser incendiada.

As editoras comem tudo tudo tudo, as editoras comem tudo o que der
As editoras comem tudo tudo tudo, elas vão-te chular enquanto o disco vender
Lavagens cerebrais vão-te fazer via clister, vê bem se é isso que queres
Eles vão-te prometer posters e mulheres, eles vão-te prometer mais de mil e um prazeres
Se assinas um contrato, pacto com o diabo Arakiri, suicídio logo no acto
Processo de transformação em marionetas em acção eles não te vão dar o pão
Só dão as migalhas e uns quantos chorudos cheques com contos de fadas
Eles usam e abusam não sejas permissivo, não deixes de controlar o processo criativo.

Este gajos inéditos, conhece-os? Fodem-nos a essência para ficarem ricos
Não te iludas com o que vês na Tv puto, por baixo dos teus pés existe um submundo
Formações de pelotões na luta pelo triunfo, passamos despercebidos ao teu mero quotidiano
Para quê dar 3 contos por um cd da moda? Aparece no esgoto maquetes batem como droga
Editoras são como armadilhas na floresta, tropeça, o cenário cai-te na cabeça
Vai para a feira e grita "é Dealema moço", na compra de uma cassete oferece uma patela para o caminho
Espalha a mensagem que entrego, esta merda é carimbada com o selo do inferno.

Que se foda um Grammy, pertence a Deus a nomeação, vê-me erguer as mãos aos céus com o galardão
Cairão os inimigos dos descendentes das 12 tribos, muitos irão mas poucos serão os escolhidos
És invadido pela estratégia visionária, Dealema ilustra uma visão profética na área.
Eu vejo os abutres nos ramos do cipreste, se és ingénuo és mordido pela serpente
Gajos independentes abanam alicerces, chefes em stress vêm o poder desvanecer
Armam ciladas mas não baixamos a guarda, empunhamos espadas envenenadas
Esferas de fogo atingem diafragmas tens vertigens, o coração explode e arde em chamas
Não precisamos de nada nem ninguém nesta cruzada, vê-nos a conquistar cidades e a pacificar
Enquanto a escuridão se vai apoderando do mercado
Os deuses de Gaia brilham deixando um clarão no palco.

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