Carminho

Espera

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Quando virás na vaga proibida
Com maresia e vento ao abandono
Pôr nos meus lábios um sinal de vida
Onde haja apenas pétalas e sono
Com o teu olhar de nuvem ou cipreste
Como uma rosa oculta por florir
Se te chamei e nunca mais vieste
Quando virás sem que eu te mande vir

Quando quebrando todos os segredos
Ma aragem que a poeira deixa nua
Virás deitar-te um pouco nos meus dedos
Como o sol, como a terra e como a lua

E porque a minha boca te sorrira
Tentando abrir uma invisível grade
Quando virás sem medo e sem mentira
Dar ao meu corpo a sua liberdade
E porque a minha boca te sorrira
Tentando abrir uma invisível grade
Quando virás sem medo e sem mentira
Dar ao meu corpo a sua liberdade