Ana Costa

Estranho

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Estranho
Meu amor quando aparece
Rápido, súbito, límpido
Cheio de versos obscenos que parecem preces
O meu amor sinuoso cheio de si, engraçado
Se mostrando vaidoso ao objeto amado

Difícil
Meu amor que jamais entende
Sempre acaba em desamor
Mas cadê que aprende
E do conflito renasce
Um novo ser transparente
Que bonito é perceber o meu amor evidente
Que bonito é ver o amor presente


Autor(es): Délcio Carvalho / Mário Lago Filho