Hoje

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Usualmente, eu peço licença,
me calo, peço perdão.
Não poupo gentilezas,
mas hoje eu quero morrer.

Freqüentemente explico dez vezes,
sirvo um biscoito, um sofá -
construo confiança,
mas hoje eu quero morrer.

Dispenso honras
e posso abraçar mendigos
pro mundo sorrir.
Posso espantar o medo...

Espero atrasos, canos, calotes,
compreendendo um por um;
sento e respiro fundo,
mas hoje eu quero morrer.

Esqueço os beijos, esqueço os laços,
deixo o contrato quebrar,
me porto como adulto,
mas hoje eu quero morrer.

Hoje não tem teatro,
hoje não tem passeio
que me leve lá.
Só tem alguém parado.

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Rafael Castro en Noviembre