Mate do Estribo


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Pitou papeando em sossego...
Divisou, no longe, a sanga,
Oblonga a cheia, cuidando...
Pros matinhos de pitanga.

Gavou a chuva e os pastos,
Corria lindo o verão!
Acariciava com os dedos
O porongo sobre a mão.

Roncou o mate do estribo,
Disse adeus. Se foi pra rua.
Fugindo da noite escura,
Que era minguante essa lua.

Os grilos cantam no rastro,
Se acordam novas perdizes.
Nos olhos do campeador,
A sombra desfaz matizes.

Atrás, a porta do rancho
Saudando as almas de fora.
Na bomba de prata, o mate
Relembra um pingo de aurora.


Writer/s: Alessandro Vaz De Mattos / Juarez Machado De Farias

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