Marcos Valle

Cinzento


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Meu amigo vento tem em mim o seu templo
Ao sabor do vento, os ponteiros contemplo
Tudo é um momento, o agora é um monumento
Quem me traz alento, junto a um novo entendimento

Cinzento
Tranquilo

Como testemunha, os cabelos e as unhas
As velhas mumunhas, e a risada dessa alcunha
Com a beleza das folhas do outono se vai
Como o tempo se esvai e eu 'to como?
Num bye bye pro ontem, que contém o ônus
Duro aprendizado, que me deu mais tônus
E cada dia aqui é um bônus
Na dança, oxigênio e carbono
Menino, rapaz, com a paz de um bom sono
Jamais escapar da voraz fome de Cronos

Alma livre onde ninguém é colono
Bem guapa, escapa da farpa do abandono
Paciência pra vida não ser mono

Pra ciência e outros campos que aciono
Alinhado com cada cromossomo
Grisalhos cabelos dizem bem como somos
Bem tranquila nos aguarda num domo
A cinza sabedoria de cajado e quimono

Cinzento
Tranquilo

Como testemunha, os cabelos e as unhas
As velhas mumunhas, e a risada dessa alcunha
Meu amigo vento tem em mim o seu templo
Ao sabor do vento, os ponteiros contemplo

Alinhado com cada cromossomo
Grisalhos cabelos dizem bem como somos
Bem tranquila nos aguarda num domo
A cinza sabedoria de cajado e quimono

Alinhado com cada cromossomo
Grisalhos cabelos dizem bem como somos
Bem tranquila nos aguarda num domo
A cinza sabedoria de cajado e quimono


Writer/s: Leandro Roque De Oliveira, Marcos Kostenbader Valle

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