Letras de canciones
Vota: +239


Idiomas
   

Traducción automática
     
NOTA IMPORTANTE El uso de traducciones automáticas suele dar resultados inesperados.
 
Comentarios

Adaptação: Antonio José

Aparece en la discografía de

Canção de madrugada


Versión de Joan Manuel Serrat
Versión de Ana Belén
Quem já ouviu a voz tão trémula
e triste dum campanário.
A luz que vem e o grito da garça
que desperta com fome e busca
por entre o trigo e cevada
qualquer coisita para comer.
Além dum galo
no curral canta.
A noite está morta, e amanheceu,
a noite está morta, e amanheceu.

Vem o encanto da madrugada,
a vila dorme ainda agora.

E despertar molhadas as folhas
no campo, já é manhã.
Sacodem agua mas não cai nada
quando se acaba a madrugada
e o sol quando aparece,
com o seu calor as vai beijar.
Erguem a testa
molhada e fresca.
Porque é na terra que vão ficar,
porque é na terra que vão ficar.

Dentro da vila chora um menino,
pelos silvados saltam cordeiros.

Pelos campos são os primeiros,
atrás vem o pastor,
encosta o gado com o seu cão,
e até outras pastagens vão.
Passam rios e cabanas,
porque à montanha querem voltar.
Saem com a aurora,
lá vai agora:
o seu caminho é sempre igual,
o seu caminho é sempre igual.

Chegando à vila um vendedor,
bolsa vazia e o carro cheio

de tantas coisas, de verduras
colhidas na sua horta.
A mula sua levando o carro
e o homem fecha os olhos e sonha.
E quando o sol se levanta
no horizonte, vai deslumbrar
as avezitas
que adormecidas,
durante o dia irão voar,
durante o dia irão voar.

E agora canto a madrugada,
a vila dorme ainda agora.

1 Comentario
#1
Coloma
España
[08/03/2022 22:52]
Vota: +0
La canción más hermosa de Serrat






 
PUBLICIDAD
PUBLICIDAD

 

LO + EN CANCIONEROS.COM
 
Más nuevoMás leídoMás votado
PUBLICIDAD

 

HOY DESTACAMOS
Novedad discográfica

por Carles Gracia Escarp el 08/06/2026

Pasión Vega presenta en concierto su nuevo disco Pasión Almodóvar con una selección de canciones que forman parte del universo cinematográfico del director manchego Pedro Almodóvar.

HOY EN PORTADA
Historias de vida

por Carles Gracia Escarp el 15/06/2026

Abril de 2026. Una visita a Cuenca. La ciudad alta parece casi inalcanzable pero se va abriendo al paso del caminante y se descubre a pinceladas, se avanza lentamente con atención a los detalles, te va envolviendo su generosa ofrenda de ocres, una esencia dulce de calles antiguas, escenario de historias de vida que fueron y van arriba y abajo. Cuenca, refugio de miradas eternas que en sus horizontes van quedando guardadas, también en nuestra memoria. Cuenca, la de la piel quebrada por hoces y ríos, la que celebró en el siglo XX su poeta Federico Muelas, la que envejece y revive en el XXI y cada día.

 



© 2026 CANCIONEROS.COM