Letras de canciones
Vota: +16


Idiomas
   

Traducción automática
     
NOTA IMPORTANTE El uso de traducciones automáticas suele dar resultados inesperados.
 
Comentarios

Adaptação: Alexandre O'Neil

Aparece en la discografía de

Pouco a pouco


Versión de Joan Manuel Serrat
Num pequeno cafe onde não querem entrar
nem a luz da rua, nem a gente ajuizada,
encontrei o teu olhar melancolico e errante
como a nevoa que hã no porto de madrugada.

Pegueite na mão, na noite me seguiste
caozinho perdido que pediu o meu carino
e encheste de cores a minha triste cama
vermelhos de sol-por e de verdes do milho.

E o meu refugio foi
o teu refugio tambem.
Eras jovem e bonita.
Comecei a brincar e depois
a gostar de ti,
pouco a pouco.

E ja me acustumei pouco a pouco ao teu nome
ao calor do teu corpo e as tuas palavras,
e aos gestos que fazes quando poes a mesa.
e ao son dos teus passos quando sobes as escadas

e ao perfume das maos que cada noite
envolviam o meu corpo, como uma renda fina.
Mas, tudo acabo quando tu me disseste:
«Vou procurar o sol. É muito oscura a casa.».

«Ninguem espera por mim,
obrigada João...»
Eras jovem e bonita.
De repente me vi
sem o que ja perdi,
pouco a pouco.

E tanto frio senti en noites de verão
que maldice mil vezes a pequena taverna.
Quantas tardes levei as lagrimas ao rio.
Quantas noites passei em branco, como a luzerna.

Mas ja me habituei tambem a viver só
sem rasgar os papeis nem as fotografias.
Se hã fome, como pão. Se hã frio, acendo lume.
E penso: «se hoje choveu, amanhã vai melhorar».

E volto a esse cafe
e penso que talvez,
eres jovem e eu sou louco.
Mas foi passando o tempo
e eu fui-te esquecendo
pouco a pouco.







 
PUBLICIDAD
PUBLICIDAD

 

LO + EN CANCIONEROS.COM
 
Más nuevoMás leídoMás votado
PUBLICIDAD

 

HOY DESTACAMOS
Novedad discográfica

por Carles Gracia Escarp el 08/06/2026

Pasión Vega presenta en concierto su nuevo disco Pasión Almodóvar con una selección de canciones que forman parte del universo cinematográfico del director manchego Pedro Almodóvar.

HOY EN PORTADA
Historias de vida

por Carles Gracia Escarp el 15/06/2026

Abril de 2026. Una visita a Cuenca. La ciudad alta parece casi inalcanzable pero se va abriendo al paso del caminante y se descubre a pinceladas, se avanza lentamente con atención a los detalles, te va envolviendo su generosa ofrenda de ocres, una esencia dulce de calles antiguas, escenario de historias de vida que fueron y van arriba y abajo. Cuenca, refugio de miradas eternas que en sus horizontes van quedando guardadas, también en nuestra memoria. Cuenca, la de la piel quebrada por hoces y ríos, la que celebró en el siglo XX su poeta Federico Muelas, la que envejece y revive en el XXI y cada día.

 



© 2026 CANCIONEROS.COM