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Canção do medo


Minha mãe como não morro
à vista desta carnagem
Dou por mal paga a viagem
a tais foguetes não corro

Não sei dos meu lavagantes
nem da mulher que me espera
Quero sair desta guerra
mesmo agora neste instante

Ai carnes do meu padrinho
podeis temer à vontade
Que a vida do teu sobrinho
vale bem a tua idade

E mais a tua canseira
em me ensinares que não dorme
Aquele que mata a fome
a quem só tem caganeira

Livra-me dos teus cuidados
rezo dois mil padre-nossos
Assim me cuidem dos ossos
sejam eles mil diabos

Agora tenho cagaço
como quando era menino
e me tolhiam os braços
temores ao verbo Divino

Levanta ferro meu corpo
vê se podes dar um passo
Valham-me todos os santos
das caminhadas que faço

Tão pouco pode a natura
nestas afrontas mortais
Que um homem morre mil vezes
mil e uma já é demais.

(1983)

 






 
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